segunda-feira, 21 de abril de 2014

PE: COBRANÇA INDEVIDA

  • PE: COBRANÇA INDEVIDA JÁ GEROU R$ 154 MILHÕES
    Publicado: 21 de abril de 2014 às 0:00 - Atualizado às 20:41
    A cobrança de ICMS feita pelo governo de Eduardo Campos (PSB-PE) sobre o subsídio dado pelo governo federal desde o ano passado nas contas de luz já rendeu, irregularmente, R$ 154 milhões aos cofres estaduais. A redução nas tarifas residenciais seria de 18%, mas com a cobrança indevida do ICMS desde fevereiro de 2013, o desconto para a população foi menor e a diferença fica com o governo pernambucano.

PE: COBRANÇA INDEVIDA

  • PE: COBRANÇA INDEVIDA JÁ GEROU R$ 154 MILHÕES
    Publicado: 21 de abril de 2014 às 0:00 - Atualizado às 20:41
    A cobrança de ICMS feita pelo governo de Eduardo Campos (PSB-PE) sobre o subsídio dado pelo governo federal desde o ano passado nas contas de luz já rendeu, irregularmente, R$ 154 milhões aos cofres estaduais. A redução nas tarifas residenciais seria de 18%, mas com a cobrança indevida do ICMS desde fevereiro de 2013, o desconto para a população foi menor e a diferença fica com o governo pernambucano.

Eduardo Campos meteu a mão

Eduardo Campos meteu a mão na conta de luz dos pernambucanos em R$ 154 milhões

Todo mundo se lembra que a presidenta Dilma reduziu a conta de luz no ano passado, repassando para os consumidores o custo menor da energia gerada pelas antigas hidrelétricas.

Em Pernambuco, o então governador Eduardo Campos (PSB-PE) atrapalhou a redução nas tarifas, embolsando parte do valor na forma de impostos estaduais.

Isso porque ele continuou cobrando ICMS (o imposto estadual) sobre o subsídio dado pelo governo federal desde fevereiro de 2013.

O cidadão não paga o subsídio dado pelo governo federal, mas Eduardo Campos cobrou imposto até sobre o que cidadão não paga. Coisa de louco, que provocou reações dedeputado e até de colunistas do PIG.

Essa exploração do cidadão já rendeu, irregularmente, R$ 154 milhões para o governo de pernambuco. Se ainda fosse investido em educação, saúde e segurança, menos mal. Mas o ex-governador fez uma verdadeira farra com o dinheiro público, gastando em propaganda.

domingo, 20 de abril de 2014

DESCASO DA COMPESA EM BREJÃO


       
        Já virou rotina o descaso da COMPESA com a cidade de Brejão que mais falta água nas torneiras, do que tudo. Desta vez a companhia não fornece o serviço de abastecimento de água há mais de dez dias, deixando os cidadão desta cidade a mercê.
         Não há justificativas que expliquem e convençam  a população, pois o descaso já toma conta da situação há décadas e as desculpas são sempre semelhantes: bomba quebrada ou queimada, poço entupido e etc. Não convencendo ninguém, nem mesmo as "inocentes Crianças" que já desacreditam nesta empresa mais do que nas fábulas e duendes.
         O pouco caso desta empresa proporciona um mal estar na população. Que se veem sem um dos recursos indispensáveis para viver e conduzir a rotina dos lares, repartições públicas ou comércios. Sendo obrigados a pagar duas vezes por um serviço: pagam a compesa, por não disponibilizar a água e quando disponibiliza é uma fedentina ou puro cloro e ainda tem que comprar água para suprir a ausência da disponibilidade do serviço da compesa.
         É necessário que os Brejonenses se unam para lutar por os seus direitos que estão sendo surrupiados, afinal quem paga por a prestação de um serviço tem direito a usufrui-lo, com qualidade e continuidade. Exijamos providências, ligue e reclame  pelo fone 0800-0810195!

quinta-feira, 17 de abril de 2014

Armando negocia urgência

Armando negocia urgência para projeto das micro e pequenas empresas

Brasília – O senador Armando Monteiro (PTB-PE) reuniu-se nesta quarta-feira (16) com o presidente do Senado, Renan Calheiros, e com o ministro da Micro e Pequena Empresa, Guilherme Afif Domingos, para definir a votação no Plenário em regime de urgência do projeto que beneficiará aproximadamente um milhão de micro e pequenas empresas que optaram pelo Simples Nacional.
Essas empresas vêm sendo prejudicadas pelos Estados, inclusive Pernambuco, por meio de um mecanismo denominado de Substituição Tributária, com a cobrança adicional do ICMS. Na reunião, ficou acertado que Armando Monteiro apresentará, na próxima semana, um requerimento de urgência em favor do projeto e que a Presidência do Senado o levará a votação no Plenário até o dia 29.
Armando Monteiro defende a melhoria do ambiente de operação dessas empresas, que estão sendo penalizadas por causa da utilização inadequada da Substituição Tributária por parte dos estados da federação. “Na prática, isso significou um aumento de carga tributária para as pequenas empresas. Então nossa proposta reduziu o grupo de setores que estão hoje submetidos a este regime, o que significa dizer que um grande número de empresas deixam agora de ser alcançada por esse instrumento tão penalizador dos pequenos negócios”, salientou.
O projeto que agora vai a votação no Plenário foi relatado pelo senador pernambucano e aprovado na semana passada na Comissão de Assuntos Econômicos. “Queremos melhorar o ambiente de operação dessas empresas que estão penalizadas porque os estados da federação, sem exceção, foram alargando a utilização do instrumento da Substituição Tributária”, ressalta Armando. As micro e pequenas empresas respondem hoje por mais de 70% dos empregos gerados no Brasil e em Pernambuco. 
Ao mesmo tempo em que o projeto beneficia os pequenos empreendedores optantes do Simples, está em negociação uma forma para que os estados não tenham perdas expressivas com o alívio tributário concedido às pequenas empresas. 
Durante a discussão do projeto, Armando propôs, para cerca de 150 mil micro e pequenas empresas que ainda ficaram sob o regime, um prazo maior para o recolhimento do ICMS da Substituição Tributária, visto que o prazo mínimo passaria a ser de 90 dias. Além disso, o senador sugere um modelo de recolhimento simplificado para que as empresas não sejam mais obrigadas a perder tempo e recurso para o cumprimento das obrigações com o cálculo de imposto.
A substituição tributária é um método de arrecadação que atribui ao contribuinte a responsabilidade pelo pagamento do imposto devido por seus clientes ao longo da cadeia de comercialização. Assim, fica mais fácil a fiscalização dos chamados impostos plurifásicos, como é o caso do ICMS, que incide mais de uma vez na cadeia de circulação de uma determinada mercadoria ou serviço.
Foto: Ana Luiza Sousa/Divulgação

VANTAGEM DE ARMANDO MONTEIRO E JOÃO PAULO

VANTAGEM DE ARMANDO MONTEIRO E JOÃO PAULO É MAIOR NA PESQUISA DIVULGADA PELO VOX POPULI

O pré-candidato do PTB ao Governo do Estado, senador Armando Monteiro Neto, aparece na dianteira da disputa, com 55% das intenções de voto, segundo levantamento feito pelo Instituto Vox Populi, divulgado nesta quarta-feira (16). Paulo Câmara (PSB), pré-candidato da Frente Popular, registrou índice de apenas 7%.

Os dados são divulgados três dias após publicação, pelo Jornal do Commercio, de pesquisa do Instituto Maurício de Nassau. Nesta o petebista obteve 38% das intenções de voto, contra 13% do socialista.

A disputa ao Senado Federal também aponta vantagem da chapa encabeçada pelo petebista – João Paulo (PT) aparece com 48% das intenções contra 14% do ex-ministro Fernando Bezerra Coelho (PSB).

O índice animou o PT de Pernambuco, sobretudo pelo fato de o guia eleitoral na televisão ter início apenas a partir de agosto e, até lá, Paulo Câmara não deve ter ao seu lado a presença física constante do ex-governador e presidenciável Eduardo Campos (PSB), que precisa circular o país para tornar-se conhecido.

O Instituto Vox Populi realizou 1.200 entrevistas entre os dias 29 de março e 2 de abril de 2014. (FONTE: BLOG DE MAGNO MARTINS).

O GLOBO E A FOLHA DETONAM O PSB

O GLOBO E A FOLHA DETONAM O PSB

Dois dos principais jornais do país, a Folha de São Paulo e o Globo, do Rio de Janeiro, publicam hoje notícias “arranhando a imagem” do PSB e do ex-governador Eduardo Campos.

Na Folha saiu a informação que Clementino de Souza Coelho, irmão de Fernando Bezerra Coelho (PSB), está envolvido com o doleiro Alberto Yossef, preso em março pela polícia federal.

No Globo a notícia é pior ainda. O colunista Ilimar Franco informa que Ana Arraes, ministra do Tribunal de Contas e mãe de Eduardo Campos, ocupa irregularmente um imóvel em Brasília. O jornalista chama a estadia gratuita no apartamento de “mamata”.

Parece que os jornais do Sudeste não vão dar moleza para o candidato pernambucano. No final das contas a imprensa “sudestina” ficará mesmo com Aécio, em detrimento do nordestino Eduardo. (A foto de FBC é do Blog do Jamildo, que reproduz as matérias dos jornalões do Sudeste).

Eduardo Campos:

+

Eduardo Campos: "Estarei com 
Dilma em 2014"

O governador de Pernambuco diz que não será candidato a presidente – e que, apesar de ser amigo de Aécio Neves, não apoiará o PSDB nas eleições

LUIZ MAKLOUF CARVALHO
Enviar por e-mail
|
Imprimir
|
Comentários
  •  

SEM ARROUBOS O governador Eduardo Campos no Porto de Suape. “Quem é amigo da Dilma, amigo do Brasil, não botará campanha na rua” (Foto:  Leo Caldas/Ed. Globo)
"Não tenho tido a oportunidade nem o tempo de falar o que vou falar aqui. Quero dizer como está minha cabeça neste instante.” Foi com essa disposição de espírito que o governador de Pernambuco e presidente nacional do PSB recebeu ÉPOCA num final de manhã, em entrevista que entrou pela tarde. O cenário foi a sala de reuniões contígua a seu gabinete, no subsolo do Centro de Convenções, em Olinda, de onde exerce seu segundo mandato desde que o Palácio do Campo das Princesas entrou em reforma. Pela primeira vez numa entrevista, Eduardo Campos foi taxativo em relação ao assunto do momento: sua possível candidatura à Presidência da República em 2014. “Não é a hora de adesismos baratos, nem de arroubos de oposicionismos oportunistas”, disse. “Queremos que a presidenta Dilma ganhe 2013 para que ela chegue a 2014 sem necessidade de passar pelos constrangimentos que outros tiveram de passar em busca da reeleição.”
 
ÉPOCA – Estou convencido de que o senhor é candidato a presidente da República em 2014. É?
Eduardo Campos – E aí sou eu que vou ter de lhe desconvencer (risos). Tenho um amigo que é jornalista, experiente, que outro dia me disse: “Fulano de tal é candidato, e ninguém acredita. Você diz que não é, e ninguém acredita”. O que é que posso fazer? Na minha geração, poucos tiveram a oportunidade que tive de conviver com quadros políticos que sempre fizeram o debate com profundidade, olhando objetivos estratégicos, os interesses da nação, do povo. O quadro político que tem acesso a essa formação, e que a amadurece, percebe que suas atribuições e sua responsabilidade impõem essa visão que vai muito além do eleitoral e está até acima do eleitoral.
ÉPOCA – Explique melhor.
Campos –
 Nesse curto espaço de tempo, vamos decidir muita coisa no Brasil. Estamos vivendo uma crise sem precedentes lá fora. Essa crise há de gestar outro padrão de acumulação de capital. Outros valores vão surgindo. Com a importância que tem nesse concerto internacional, oBrasil fez, nos últimos anos, alguns avanços importantes. Na quadra mais recente, viveu três ciclos: o ciclo da redemocratização, o ciclo da estabilidade econômica e um ciclo do empoderamento da pauta social, uma coisa que se transformou, inclusive, em política econômica. Na brevíssima democracia que nós temos, tivemos líderes que, a seu modo, por suas virtudes e vicissitudes, interpretaram o que era um acúmulo de consenso na sociedade. Tiveram a capacidade de orquestrar frentes políticas que deram apoio e força política para viver esses ciclos.
>>Gilberto Kassab: "Teremos candidato próprio em São Paulo" 

ÉPOCA – O que é que o senhor vê neste cenário de crise?
Campos –
 Que essa disputa entre estes dois blocos que surgiram no processo da redemocratização, um liderado pelo PT – onde sempre estivemos incluídos – e outro pelo PSDB, muitas vezes com posições assemelhadas em relação a determinadas coisas, fez com que o país e o povo ganhassem. Houve conquistas para a população, no ciclo comandado pelo PSDB, e houve equívocos. E houve muitas conquistas no ciclo em que estivemos sob a liderança do presidente Lula. Essas conquistas não estão inteiramente consolidadas. Se a gente eleitoralizar esse momento, se a gente não pensar o país de forma larga, a gente pode se ver como lá noQuincas Borba (romance de Machado de Assis): “Aos vencedores, as batatas”. Mas o que você não pode, num momento como este, dessa importância, é interditar o debate político.
ÉPOCA – Debate que já está colocado.
Campos –
 A gente tem de compreender, a gente tem de respeitar, tem de fazer esse debate, ter a disposição de estimulá-lo. Os partidos puxam para o eleitoral, os quadros, a militância, a mídia que cobre isso, tudo puxa para o eleitoral. É natural. A gente tem de ter calma, paciência, e compreender. Agora, ninguém pode dizer o que acontecerá em 2014, nem quem está liderando esse processo, a própria presidenta Dilma. Ela tem nossa confiança, foi nossa candidata, com quem temos identidade, respeito pelos valores que ela traz para a vida pública. Ela é uma mulher que tem dignidade, tem força de pelejar com seus valores. Nem ela pode, a uma altura desta do campeonato, permitir que o debate se eleitoralize. Quem é amigo da Dilma, amigo do Brasil, não botará campanha na rua, nem da oposição nem a campanha da Dilma.

ÉPOCA – O senhor daria uma grande contribuição a essa tese que está defendendo agora – não eleitoralizar o debate neste momento – dizendo, com todas as letras, que apoiará a reeleição da presidente Dilma em 2014. Isso é água na fervura, acaba com a eleitoralização do debate.
Campos – 
Nosso partido foi o partido que tomou a decisão de não ter um candidato que tinha ponto na pesquisa para apoiar a presidenta Dilma. E passamos todo o tempo dizendo que a candidatura natural é a candidatura da Dilma.
ÉPOCA – Então, o senhor apoiará a reeleição da presidente Dilma em 2014?
Campos –
 Não há dúvida, não. Qual é a dúvida? Estamos na s base de sustentação. Não tenho duas posições. Quem defende a presidenta Dilma neste momento deseja cuidar em 2013 do Brasil. Quem pode cuidar do Brasil é Dilma. Nós temos de ajudá-la a ganhar 2013. Ganhando 2013, Dilma ganha 2014. Então a forma de ajudar Dilma é dizer: em 2014 todos nós vamos estar com Dilma. Claro. Por que não vamos estar com Dilma? Nós rompemos com Dilma? Saímos do governo de Dilma? Saímos da base dela? Você conhece algum programa criado pelo PSB constrangendo algum programa, alguma decisão da presidenta Dilma? Não existe nenhum. Agora, entendemos que é a hora de cuidar do Brasil. Temos muitas ameaças e possibilidades pela frente.
"É uma verdade que eu sou
amigo de aécio neves. mas,
Em palanque nacional, a última vez que estive com ele foi no palanque do Doutor Tancredo"
ÉPOCA – O senhor está dizendo algo como: “Oposição, tira seu cavalinho da chuva, porque em 2014 vou marchar com a presidente Dilma e com esse campo político do qual venho participando ao longo destes últimos anos”?
Campos –
 As pessoas dizem: “Eduardo é amigo de Aécio Neves”. É uma verdade. Mas a aliança feita em Belo Horizonte (PSB-PSDB) foi gestada por mim? Não. Foi gestada por Fernando Pimentel, que é uma pessoa ligadíssima à presidenta, ministro dela, e por Aécio. Eles me chamaram para perguntar se o PSB toparia filiar o Márcio (Lacerda, do PSB, que venceu a eleição para prefeito). Essa é que é a história. Em palanque nacional, a última vez que estive com Aécio Neves foi no palanque de doutor Tancredo. Agora, daí a desejar que a gente não dialogue... O presidente hoje do PSDB nacional é um deputado federal (Sérgio Guerra) que foi secretário do meu avô (Miguel Arraes, exilado político e ex-governador de Pernambuco) nos dois governos dele. Convivemos com ele, foi do meu partido, é meu amigo pessoal, com quem dialogo, e nem por isso esteve no meu palanque nas últimas eleições.
ÉPOCA – Dita com as palavras do ex-ministro Roberto Amaral, seu vice-presidente no PSB, a frase seria esta: “No plano nacional, não é possível fazer uma aliança com o PSDB”.
Campos –
 O PSDB está numa situação em que não defendeu nem o legado do Fernando Henrique nem propôs ainda algo que se coloque em debate na sociedade. E é isso que Fernando Henrique tem cobrado do partido, com grande lucidez. A hora é de qualificar o debate. Não vou entrar nesse debate de maneira desqualificada. Em respeito a meu partido, em respeito à presidenta e em respeito, sobretudo, ao país.
ÉPOCA – Por que o senhor quer ser presidente da República?
Campos –
 Quem lhe disse isso?
ÉPOCA – O senhor quer? O senhor tem esse sonho de ser presidente da República?
Campos –
 Deixa eu falar, com toda a tranquilidade: quando quis ser governador, disse às pessoas que queria ser governador. Procure neste país alguém que procurei dizendo: “Quero ser candidato a presidente da República”. Em março de 2005, disse que seria candidato a governador em 2006 (foi e ganhou, no segundo turno, com 65,36% dos votos). Agora eu não disse isso. É preciso saber que, na política, também há pessoas que pensam, sem necessariamente se colocar. E sei o que é que vou viver, esse estresse todo, as pessoas querendo, achando que devo ser, que posso ser, que vou ser, outros olhando de um jeito diferente, ou com uma desconfiança, porque as circunstâncias políticas no Brasil vão, no ciclo pós-Dilma, escolher novas lideranças que pautarão o debate político. Então tem de ter calma. Estou sereno, tranquilo. No dia em que eu vier a querer ser presidente, vou responder a essa pergunta. Mas hoje não.
ÉPOCA – Foi por isso que o seminário dos prefeitos eleitos do PSB, no final de novembro, com 600 participantes, não virou uma festa de lançamento de sua candidatura, como alguns setores esperavam?
Campos –
 Se eu quisesse, tocava fogo naquilo ali. Podia pedir a um governador, a um deputado.
ÉPOCA – E por que isso não aconteceu?
Campos –
 Porque a gente tem um debate político feito no partido. Nós temos responsabilidade. Calma! O país está numa situação de muita dificuldade. Se a gente não ganhar 2013, podemos botar abaixo 20 anos de construção brasileira. Se a gente importar essa crise, começar a destruir o mercado de trabalho, começar a eleitoralizar esse debate, ir para a luta fratricida e não sei mais o quê, vamos desmontar grande parte do que foi a conquista dos últimos 20 anos. É isso que está em jogo. E quem você acha que vai ser respeitado como quadro político? Quem for fazer a disputa eleitoral pela disputa
eleitoral? Ou quem pautar o que interessa à sociedade?
Enviar por e-mail
|
Imprimir
|
Comentários